quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Em memória de todas as vítimas do século XX..

A indescribilidade horrorosa dos crimes perpetuados no século XX, justificados pela loucas ideologias fabricadas pela razão humana que se fecha a Deus, que o seguinte vídeo descreve, revela-nos de facto o homem totalitário, e o inferno que produz. Nenhum crime pode ser justificado, nenhum holocausto pode ser esquecido. São os homem do século XX e não outros, é o socialismo que leva avante os crimes, são os impérios demoníacos que sobem à terra, e ainda hoje, a história da União Soviética é encoberta, pois os seus crimes são uma urgência socialista, e um dever para o império infernal do homem. São infelizmente milhões as vítimas do século XX censuradas pela história, e perpetuadas pelas sempre loucas ideologias dos homens, e hoje são outras tantas vítimas esquecidas e mortas nos úteros das mães ou já no leito da morte, que são perpetuadas e justificadas sempre pela mesma semente que brota do espírito totalitário do homem, que possam ser, senão hoje, num futuro breve, relembradas para podermos reparar e diminuir um pouca da injustiça neste 'vale de lágrimas'. Devemos por todos os meios combater, o marxismo existente na nossa sociedade cuja face actual, já não revela-se na luta entre proletariado e os capitalistas, nem entre as raças puras e impuras, mas entre os que vivem e os que são peso para a sociedade e para o mundo! Resta-nos a Fé que no Juízo Final será reparada toda a injustiça. Ámen

Desafio a todos os comunistas ou defensores da União Soviética a verem este Filme!



Deixo aqui alguns trechos do discurso do Papa Bento XVI aos Bispos Brasileiros da regional nordeste V, muito adequado para orientar a consciência política de qualquer Católico, em qualquer parte do mundo:

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a recta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada acção intrinsecamente incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, consequência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, económicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projectos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitae, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambiguidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82).

Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correcção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambiguidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17-IX-2010).

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